A pesquisa vetorial especial realizada pelo controle operacional da dengue incluiu as ruas Coronel Bordini (da avenida Cristóvão Colombo à rua Marquês do Pombal), Quintino Bocaiuva (da Cristóvão Colombo até a Marquês do Pombal), Marquês do Pombal (da Quintino Bocaiúva até 70 metros além da Coronel Bordini) e América (da Coronel Bordini até 120 metros adiante).
Na segunda-feira, a mesma operação foi articulada no bairro Petrópolis, onde houve registro de um caso de dengue em paciente que viajou do Mato Grosso para Porto Alegre. Foi constatada infestação predial de 18,57% em uma área de 150 metros do entorno da casa onde mora o enfermo. Focos com índices acima de 1% já representam risco de transmissão da doença. O bloqueio no Petrópolis abrangeu as ruas Ferreira Viana (entre Barão do Amazonas e Felizardo Furtado), Dona Oti (Ferreira Viana até 100 metros adiante), Guilherme Alves (Ferreira Viana até 100 metros além), Felizardo Furtado (entre Ferreira Viana e Saicá) e Saicá (entre Felizardo Furtado e Lavradio).
A CGVS ressalta que o envolvimento permanente da população é fundamental para impedir o surgimento de criadouros residenciais e comerciais do mosquito transmissor da dengue. O principal cuidado deve ser evitar o acúmulo de água parada em vasos de plantas ou pneus. O recomendável é que suportes com água que ficam embaixo de vasos sejam cobertos com areia. As pessoas que tenham viajado para regiões onde haja situação endêmica de dengue – Mato Grosso, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte – devem procurar atendimento médico imediatamente se apresentarem sintomas como febre, pintas no corpo, dores musculares e nas articulações.