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Trabalhadores da GDK são demitidos e demais temem não receber 13º

Empresa sustenta que problema decorre de débitos de R$ 30 milhões da Petrobras

Apesar de a GDK colocar em dia os pagamentos de salários e benefícios dos trabalhadores da obra da termelétrica Sepé Tiarajú, na Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas, a situação ainda é temerosa em razão de demissões. Nos últimos dias, 101 funcionários foram dispensados, conforme o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de Porto Alegre (STICC), Gelson Santana.

Ele afirmou que, em audiência realizada nesta terça-feira, a empresa alegou estar com dificuldades para honrar os pagamentos em razão de débitos no valor de R$ 30 milhões da Petrobras. Na semana passada, cerca de 600 funcionários chegaram a entrar em greve devido aos salários e direitos atrasados pela GDK.

Santana ressaltou que os trabalhadores seguem apreensivos por não terem garantias do recebimento da segunda parcela do 13º salário, que deve ser depositada até quinta-feira. Segundo o sindicalista, está programada a concessão de férias coletivas a partir de sexta-feira, com retorno no dia 2 de janeiro, o que provoca ainda mais temor entre os funcionários.

O secretário sindical fala ainda que 150 rescisões ocorridas há três meses ainda não foram pagas. Uma nova reunião foi marcada para quinta-feira na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE).

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