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Trabalhadores da saúde que podem perder o emprego protestam na Capital

Decisão da Justiça determina que 1,5 mil terceirizados sejam demitidos em seis meses

Trabalhadores da saúde que podem perder o emprego protestam em frente a hospital
Trabalhadores da saúde que podem perder o emprego protestam em frente a hospital Foto : Antonio Sobral
Trabalhadores e pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) realizam protesto nesta quarta-feira, em Porto Alegre, contra a possibilidade de demissão de 1,5 mil contratados pela Fundação Riograndense Universitária de Gastroenterologia (Fugast). Os funcionários estão lotados em hospitais e órgãos de saúde em todo o Estado. A ação ocorre em frente ao Hospital Presidente Vargas (HPV), que tem cerca de 400 terceirizados nessa situação.

Entre os locais onde o atendimento pode ser comprometido, estão o Hospital Psiquiátrico São Pedro, o Posto de Saúde Murialdo, o Hemocentro e a Colônia Itapuã. A medida pode ocorrer devido à decisão do Supremo Tribunal Federal de 15 de setembro, que julgou procedente o processo que determina a demissão de enfermeiros, técnicos, médicos, anestesistas e funcionários administrativos.

A Justiça deu prazo de seis meses para que os trabalhadores em saúde sejam demitidos da Fugast e, por consequência, deixem o HPV. O Sindicato dos Trabalhadores Federais da Saúde, Trabalho e Previdência (Sindisprev) acredita que o Presidente Vargas possa fechar por falta de servidores.

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