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Trabalhadores do Presidente Vargas fazem vigília para evitar demissões

Cerca de 300 pessoas podem ser demitidas caso PEC não seja encaminhada ao parlamento

Funcionários da Fundação Riograndense Universitária de Gastroenterologia (Fugast) organizam mobilização, em frente à Assembleia Legislativa, a partir das 13h desta segunda-feira. A vigília será realizada pelos trabalhadores do Hospital Presidente Vargas, em Porto Alegre, que correm o risco de serem demitidos a partir do dia 8 de março por conta de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). A intenção dos manifestantes é sensibilizar os deputados que tomam posse nesta segunda-feira para a aprovação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que deve ser encaminhada pelo Executivo.

A PEC autorizaria o governo do Estado ou a Prefeitura de Porto Alegre a integrar os trabalhadores ao quadro funcional sem necessidade de concurso público. Uma minuta da proposta foi entregue à chefia de gabinete do governador Tarso Genro, que deve anunciar nesta semana se irá remeter a PEC ao parlamento ou se deixará que a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa fique responsável pelo assunto.

Os funcionários da Fugast que atuam no Presidente Vargas somam 300 pessoas. A Prefeitura de Porto Alegre, gestora do hospital, anunciou na sexta-feira que contratará os trabalhadores de forma emergencial após a volta deles para a fundação.

Além do Hospital Presidente Vargas, a Fugast mantém servidores, desde 1975, em diversos setores da saúde da Capital, como o Hospital Psiquiátrico São Pedro, Hemocentro, Hospital da Colônia Itapuã e Sanatório Partenon.

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