O secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios e Telégrafos do Rio Grande do Sul (Sintect/RS), Vitor Rittmann da Silva, conta que os funcionários reivindicam que seja retomado o plano de saúde utilizado anteriormente, que era gerido pelos Correios. Entre as vantagens, ele fala que osfuncionários pagavam apenas 10% quando realizavam algum procedimento e podiam colocar dependentes. Agora, com o plano terceirizado, há mensalidade e não é possível ter dependentes.
No Estado, cerca de 1 milhão de entregas estão em atraso em razão da greve. Um mutirão deve ser realizado no final de semana, para tentar diminuir o acúmulo. A adesão, segundo os Correios, é de 11% entre os 8,5 mil funcionários. Já o Sintect/RS fala em 60%.