O suspeito foi interrogado pelo promotor Mauro Rochenbach antes de retornar ao Presídio de Guaporé. Ele é dono de uma empresa de transporte de leite que soma cerca de 30 caminhões de carga. O suspeito foi preso na semana passada, ao se entregar à Polícia, um dia depois de a operação ser deflagrada.
Até sexta-feira, o Ministério Público deve denunciar os envolvidos do esquema fraudulento. Além do empresário, outros seis investigados também permanecem presos. Ao longo da semana, o MP também deve pedir novas prisões de suspeitos. Um cálculo realizado estima que o lucro dos envolvidos pode chegar a R$ 9,5 milhões, uma vez, que o total de leite adulterado, em um ano chegou a 100 milhões de litros e 10% desse montante foi comercializado por R$ 0,95 o litro.