Transportadores escolares da Capital entraram com representação no Ministério Público do Estado contra a Empresa Pública de Transporte e Circulação de Porto Alegre (EPTC). Segundo o advogado responsável, Fabiano Bertolleti, a representação foi motivada pela suposta omissão da empresa frente ao transporte clandestino que opera em Porto Alegre.
Há 30 dias, segundo Bertolleti, a EPTC foi acionada judicialmente para esclarecer o motivo pelo qual não fiscaliza as empresas que fazem o transporte de universitários dentro de Porto Alegre, mas não houve resposta.
Transporte clandestino na Capital gera representação no Ministério Público
Medida foi motivada pela suposta omissão da EPTC