De acordo com Ivan Dalagnol, representante dos moradores e empresários da região, a medida pode reduzir parcialmente os prejuízos que vem sendo calculados desde que o tráfego de caminhões e carretas foi interrompido no local. De acordo com Dalagnol, a demanda da balsa já foi encaminhada a Brasília, bastando agora a liberação de licença ambiental provisória para que o serviço comece a operar.
As duas balsas pleiteadas devem vir do Paraná, com capacidade para 200 e 300 toneladas, respectivamente. A maior delas pode transportar até quatro caminhões bitrens por viagem. O valor de cada travessia ainda não foi definido, e a expectativa dos moradores da região é de que, em 30 dias – caso as licenças sejam expedidas -, as balsas possam começar a operar.