Numa tentativa de resolver o impasse, as partes vão se reunir, na tarde desta quarta, no Ministério Público do Trabalho, em Porto Alegre. A meta é sensibilizar a categoria. A Trensurb também pretende contratar, até o fim de janeiro, uma outra prestadora de serviço, por meio de licitação, a fim de assegurar um plano de saúde novo aos servidores.
Caso a paralisação seja mantida, a Trensurb espera que a lei de greve seja cumprida para garantir a circulação de trens em horários de pico – das 6h às 8h30min e das 17h30min às 20h. A Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan) já traça estratégia para amenizar os impactos de uma possível paralisação oferecendo mais 300 ônibus para atender cidades como Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo e Novo Hamburgo.