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Trensurb descontará o ponto de funcionário que não trabalhar

Presidente da empresa afirmou que atendeu reivindicações exigidas pelos metroviários

Metroviários paralisaram atividades hoje
Metroviários paralisaram atividades hoje Foto : Pedro Revillion
O ponto dos trabalhadores metroviários da Trensurb que não trabalharem nesta quinta-feira será descontado, em função da paralisação da categoria que afeta mais de 30 mil usuários nesta manhã, afirmou o presidente da empresa Humberto Kasper. "Evidentemente que por obrigação legal, nós temos que tomar medidas administrativas para descontar de quem não está trabalhando e de quem não trabalha."

• Veja fotos da paralisação

Para Kasper, a paralisação é injustificada, já que ele alega que todas as reivindicações dos funcionários foram atendidas. A empresa manifestou que a proposta ao Sindicato dos Metroviários (Sindimetrô) foi aprovada pela categoria para ser enviada à assembleia, que ocorre hoje, às 14h.

O pedido de reajuste de 6,36% para todos os funcionários foi atendido e as atuais escalas de trabalho foram mantidas para quem solicitou ao sindicato que continuasse nos horários anteriores, segundo a Trensurb. Para os demais, foi criada uma escala fixa, com quatro dias trabalhados e dois de folga, seguidos de seis dias trabalhados e quatro folgados.

Sobre a reclamação de falta de segurança, Humberto Kasper nega que haja poucos agentes nas estações dos trens. Ontem, houve dois assaltos, nas estações Unisinos e Esteio, e o Sindimetrô alegou que os funcionários estavam sozinhos. Sobre a falta de trabalhadores, o presidente afirma que há servidores em cadastro reserva para serem chamados e outros 29 agentes operacionais estão sendo treinados para iniciar as atividades nos próximos dias. Hoje pela manhã, dez funcionários foram aos postos de operação dos trens, mas apenas dois se colocaram à disposição para trabalhar.

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