Conforme o acerto, as horas referentes aos três dias da paralisação terão que ser compensadadas em dois meses, em contrapartida. A categoria retomará as atividades, de forma integral, na quarta-feira.
A reivindicação inicial dos vigilantes era de reposição salarial de 15%, mais aumento de 25% no risco de vida e R$ 15 de vale-alimentação. As empresas ofereciam 7,08% e vale de R$ 10. Os trabalhadores realizaram paralisação desde quinta-feira e decretaram greve em assembleia na noite de segunda.
A Associação dos Bancos do Rio Grande do Sul (Asbancos-RS), Jaci Meyer, criticou o movimento. Grande parte das instituições fecharam as portas durante as paralisações. A Asbancos-RS e o Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e região Metropolitana (Sindbancários) não divulgaram levantamento oficial do número de agências fechadas, mas garantiram que o movimento já havia perdido força em relação à semana passada.
Coordenador da Regional Sul da Confederação Nacional dos Vigilantes, Ademir Pincheski rechaçou a tese de que a categoria estaria impedindo a população de entrar nas agências. “Na frente dos bancos, com respaldo da lei, apenas tentamos convencer a população sobre o perigo de ir neste ambientes sem segurança. Pelo menos 15 mil vigilantes aderiram a greve”, avaliou.