Conforme a desembargadora Rosane Serafini Casanova, que não atuará no julgamento, o rito envolve o exame de cada cláusula. “Relator e revisor se pronunciam e os demais membros do colegiado prosseguem com seus votos. Podem surgir propostas de redação, baseadas na jurisprudência. Por fim, a presidente da Seção define a sentença normativa”, explicou a desembargadora.
Nesta sexta, o Tribunal aceitou solicitação da comissão de negociação dos rodoviários para que sejam anexadas 52 cláusulas trabalhistas às 65 encaminhadas à corte pelo Sindicato da categoria. Assim o julgamento levará em conta o total de 117 questões e não apenas parte delas. Conforme Alceu Weber, a comissão se reunirá neste final de semana para examinar os interesses em questão no dissídio. “A categoria precisa estar preparada: nós não vamos ganhar tudo o que pedimos, mas não aceitaremos perdas ainda mais quando o Tribunal de Contas do Estado mostra que as empresas tem grande rentabilidade”, diz Weber