O grupo já recebeu aviso-prévio, no início da semana. Outros 450 funcionários do Hospital-Escola também poderão ficar sem emprego mas, para esses últimos, foi dado o prazo limite até 31 de maio de 2013, já que a instituição de ensino aderiu à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSerh) e deve realizar um processo seletivo para contratação de servidores.
Conforme a UFPel, a direção está tentando dialogar com o Ministério da Educação (MEC) para que a comunidade acadêmica e os usuários do Restaurante Escola e da Agência Lagoa Mirim tenham o menor prejuízo possível. Por enquanto, está indefinida a situação desses serviços e uma reunião deve ocorrer, ainda nesta semana, para decidir as providências cabíveis para minimizar os efeitos da decisão do TCU.
Segundo o diretor-executivo da FAU, Luiz Vicente Aquino, por enquanto somente os funcionários do restaurante serão demitidos. "É uma norma do TCU condenando as terceirizações pelas fundações nos hospitais e as terceirizações para trabalho permanente", afirmou. Em setembro, foi dado o prazo até 30 de novembro para as empresas estatais apresentarem um plano de substituição de funcionários terceirizados que exerçam atividades-fim, segundo determinação do TCU), com o objetivo de evitar burlas a concursos públicos.
Colaborou Luciara Schneid / Correio do Povo