Segundo a administração da universidade, os estudantes não deram respostas formais ao documento entregue na última terça-feira. A obstrução do acesso ao prédio da administração central inviabiliza a entrada do público em geral e cria constrangimentos aos servidores que não conseguem ingressar nos seus locais de trabalho. Além disso, o acesso principal é importante dá acessibilidade de servidores com deficiência física. Estudantes estão em assembleia para definir rumos do protesto.
O movimento teve início no dia 1º de setembro, após assembleia organizada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE), com a finalidade de reivindicar melhorias na infraestrutura e na assistência estudantil da instituição, bem como para ajudar a pressionar o governo federal a aplicar 10% do PIB na educação. A ocupação, que contou, inicialmente com 300 estudantes e ganhou apoio da entidade de classe dos técnico-administrativos.