O advogado José Antônio Farias de Almeida, contratado para representar o trio, divulgou o texto no início da noite. Na mensagem, os universitários sugerem que os jovens evitem o consumo de álcool. "No embalo da bebida tudo é fácil e bonito, embora praticado sem a condição mínima de distinguir o que é certo ou errado", escrevem os estudantes na nota, assinada pelo advogado.
No domingo, os três acusados, todos de 19 anos, pagaram fiança de R$ 3 mil, cada, e foram liberados pela polícia. De acordo com a delegada Raquel Kolberg, os universitários, de Caxias de Sul, Veranópolis e Palmeira das Missões, devem responder na justiça por crime de dano qualificado ao patrimônio público e, se forem condenados, podem pegar de seis meses a três anos de detenção. A pena, contudo, pode ser revertida em prestação de serviços à comunidade.
O grupo foi flagrado depredando dois telefones públicos por um policial que monitora as câmeras de vigilância. Conforme a Brigada Militar, enquanto um deles quebrava os equipamentos, os outros dois filmavam a cena usando um celular, também apreendido. Os jovens foram presos em flagrante por uma guarnição.
Segundo a delegada, um dos jovens disse ter se irritado porque um dos aparelhos não funcionou quando tentou usá-lo. Conforme ela, no vídeo os outros dois aparecem instigando o primeiro enquanto ele quebra o gancho do telefone. O custo de um orelhão gira em torno de R$ 1 mil para a operadora.
Clique aqui e leia a íntegra da nota dos universitários.