O Brasil é o primeiro país latino-americano em número de universidades na lista. Depois da USP, aparecem a Unicamp (entre as 300 melhores), as Universidades Federais de Minas Gerais, a Universidade do Rio de Janeiro e a Universidade do Estado de São Paulo (entre as 400 melhores), e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (entre as 500 melhores).
Entre as latino-americanas, além da USP, aparecem entre as 200 melhores a Universidade de Buenos Aires (UBA) e a Universidade Nacional Autônoma do México. A lista das 500 melhores universidades do mundo é difundida desde 2003 pela Universidade Jiaotong de Xangai.
Embora seja muito aguardado e acompanhado, o ranking suscita críticas na Europa, onde se considera que os critérios adotados prejudicam as universidades do velho continente e que a classificação é exclusivamente científica. Tais critérios levam em conta essencialmente os resultados de pesquisa em detrimento da formação: o número de prêmios Nobel, de medalhas Fields (o equivalente ao Nobel de matemática) e de artigos publicados exclusivamente em revistas anglosaxãs como "Nature" ou "Science".
A ideia desta lista surgiu quando Pequim decidiu dotar-se de universidades de nível internacional e era preciso definir os critérios para que uma universidade tivesse padrão mundial.