Segundo Berasi, as demarcações servem de orientação para os banhistas que nesta época do ano visitam a orla, mesmo com a temperatura baixa. “O prejuízo maior é o risco ocasionaado pela retirada das placas. Uma vida não tem preço”, sintetizou o secretário. O prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, classificou a situação como absurda. Lembrou que as demarcações estão sendo colocadas gradativamente. Ao todo, serão implantados 43 postes na beira-mar, da divisa com Atlântida ao balneário Curumim.
Segundo ele, 50% das demarcações já foram implantadas. A demora deve-se à necessidade de a base de sustentação dos postes ser enterrada a uma profundidade de três metros. O prefeito explicou que as demarcações passaram a ser implantadas na orla depois que a prefeitura formalizou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), junto ao Ministério Público. A medida tem o objetivo de evitar a perda de vidas e acidentes envolvendo surfistas enredados.