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Vento carrega resíduos de incêndio em Cidreira para beira do mar

Fuligem acumulou na areia e também na água do Litoral Norte

Fuligem acumulou na areia e também na água do Litoral Norte
Fuligem acumulou na areia e também na água do Litoral Norte Foto : Mauro Schaefer
O incêndio que atinge uma área de vegetação em Cidreira nos últimos dias deixou marcas também nas faixas de areia de praias do Litoral Norte. Resíduos de vegetação queimada foram trazidos pelo vento, o que atrapalhou um pouco os veranistas, num dia marcado por sol forte, céu claro e mar com boa temperatura.

O Corpo de Bombeiros de Cidreira informou que não há como descartar a possibilidade de que a sujeira tenha relação com o fogo que consome área de reflorestamento desde domingo. A beira-mar de Capão da Canoa, distante mais de 50 quilômetros de Cidreira, ficou tomada por pedaços de galhos e folhas queimados. A fuligem ficou acumulada na areia e também no mar.

Os aposentados Mauro Hertz e Vera Hertz, que se dividem durante o ano entre Capão da Canoa e Rio Pardo, lamentaram a sujeira. Para o casal de namorados, Cristiano Volpato, 23 anos, e Amanda Kemmerich, 20 anos, a fuligem não atrapalhou. Residentes em Alegrete, afirmaram que o mar estava mais agradável que no dia anterior. Se o vento continuar, a situação pode se agravar.