“Nós chegamos aqui no dia 12. E no início estava tudo bom, mas nos últimos dias a água não está ajudando. Já foi o tempo em que eu entrava para nadar”, disse ele, que veraneia em Capão da Canoa há 20 anos. “Só que agora ao ver esta sujeira não me apetece. Prefiro ficar sentado aqui, só curtindo o movimento. E ainda por cima está esta ventania irritante”, protestou.
Em Capão da Canoa pela primeira vez ao lado da família, o eletricista de manutenção Ademilson Pacheco, 29 anos e morador de Canoas, não ficou muito tempo na praia. O vento forte e a cor do mar o fizeram recolher as cadeiras e o guarda-sol. Ele estava acompanhado da esposa, Pâmela, do filho David e do pai, Mário. “Chegamos na segunda-feira. E pretendemos ficar até o dia 2 de janeiro”, garantiu. Porém ele ressaltou esperar a melhora do tempo.
“Tirando esta água suja e o vento, o resto está legal”, disparou, antes de contar que costuma passar o veraneio em praias do litoral catarinense ou em Tramandaí ou Torres. Sua esposa Pâmela, no entanto, elogia a limpeza de Capão da Canoa. “Neste aspecto estamos gostando. Tudo muito bonito, bem cuidado. O problema, como disse o Ademilson, é esta água”, lamentou.