A parlamentar ainda denunciou que o espaço cultural está sendo sub-utilizado pela Secretaria Municipal da Cultura porque a Opus cobra para realizar a segurança e a limpeza do local. “O edital estabelece que a segurança e a higienização do auditório são de responsabilidade da empresa, mas ela cobra R$ 10 mil por show”, argumenta.
Além disso, de acordo com a vereadora, a Opus passou a vincular irregularmente ao nome do auditório a marca de uma empresa de telefonia, o que também é proibido pelo termo de permissão de uso. Consultada pela reportagem da Rádio Guaíba, a Secretaria da Cultura informou não vai se pronunciar sobre o caso neste momento.