Para o vereador Raul Torelly (PMDB), formado na área da medicina, o projeto vai servir para reestruturar os serviços de saúde da Capital. Para o diretor do Simers, Jorge Eltz, a jornada de 20 horas é um atrativo para o preenchimento de vagas em aberto nos postos e unidades de saúde de Porto Alegre. Ele destacou a falta de especialistas como anestesistas e médicos de família na rede pública.
Em maio, a categoria entrou em greve, para seguir com suas reivindicações de valorização, mas também em apoio aos demais grevistas municipários. Eles aguardavam desde dezembro passado que a lei fosse analisada na Câmara dos Vereadores.