Com grupos favoráveis e contra o projeto na plateia da casa, o clima é acalorado, tanto nas galerias como no plenário da Câmara.
Imesf é ponto de discórdia entre prefeitura e sindicato
Conforme a prefeitura da Capital, o instituto serviria para gerenciar e ampliar as equipes da Estratégia de Saúde da Família. Os profissionais seriam contratados por concurso público e, pelo Imesf, poderiam ser substituídos temporariamente em caso de licenças. A fundação ficaria ligada à prefeitura.
O texto, no entanto, é rejeitado pelo Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), que critica o fato de o Imesf ser uma fundação pública de direito privado que contrata profissionais através do regime CLT. A prefeitura e o Simers romperam relações em janeiro. À época, o prefeito José Fortunati reclamou de ataques do sindicato: "Não tem mais como dialogar. As relações estão rompidas. Eles me atacam a todo momento". Já o presidente do Simers, Paulo de Argollo Mendes, afirmou que a criação do Imesf é incostitucional.