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Vida da população não será mais a mesma, diz Temporão

Ministro da Saúde falou sobre o projeto do Complexo Hospitalar da Restinga na Capital

Ministro participou de evento na Capital nesta terça
Ministro participou de evento na Capital nesta terça Foto : Mateus Bruxel
O Ministro da Saúde José Temporão esteve nesta manhã em Porto Alegre, onde participou da apresentação do projeto do Complexo Hospitalar da Restinga e Extremo Sul da Capital, feita pelo Hospital Moinhos de Vento. Segundo Temporão, “a vida da população porto-alegrense não será mais a mesma após a construção do complexo”.

“Estou muito satisfeito e surpreso com o modelo de serviço da área da saúde que será oferecido a comunidade com mais de 120 mil habitantes de seis bairros da zona Sul de Porto Alegre. A proposta é um reflexo do amadurecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e da parceria entre os setores públicos e privados, para melhoria da saúde no Brasil”, disse o ministro.

"Essa é uma obra que exigiu muito esforço coletivo. Nós vamos colocar aqui o que há de melhor no mundo em nível de assistência médica a serviço dessa população. Isso é algo único", disse Fogaça.

No evento, além de Temporão, estavam presentes o prefeito de Porto Alegre José Fogaça, o secretário da Saúde Estadual Osmar Terra, que representou a governadora Yeda Crusius, e o empresário Jorge Gerdau, representando o Hospital Moinhos de Vento. A cerimônia de apresentação do projeto durou 40 minutos.

Após o encontro, o ministro foi até o Distrito Industrial da Restinga para conhecer a área onde será construído o hospital. Temporão, Fogaça e Terra plantaram mudar de árvores como prova do comprometimento de todas as partes dos três governos para que o projeto se concretize.

Doses da vacina contra a Gripe A

Temporão afirmou que na próxima segunda-feira concederá uma entrevista coletiva para falar da vacinação contra a Gripe A (H1N1), considerada por ele “a maior do Brasil”. Segundo o ministro, cerca de 90 milhões de brasileiros em 36 mil locais serão imunizados em dois meses e meio. Para ele, é fundamental a população ficar alerta para o calendário de vacinação, a fim de evitar qualquer problemas e reclamação sobre vacinação. Só o Rio Grande do Sul recebeu 170 mil doses.

“O importante é que o impacto serpa grande no número da doença, principalmente nos casos graves que deverão sofrer uma redução considerável em relação ao ano passado”, afirmou.