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Vidros depredados custam R$ 600 aos cofres públicos gaúchos

Prédio do Museu Júlio de Castilhos foi danificado durante protesto em Porto Alegre

Protesto da última quinta-feira acabou em vandalismo em Porto Alegre
Protesto da última quinta-feira acabou em vandalismo em Porto Alegre Foto : Samuel Maciel
A Secretaria da Cultura do Estado teve que pagar R$ 600 para trocar os vidros do Museu Júlio de Castilhos, situado na rua Duque de Caxias, no Centro de Porto Alegre. Conforme a assessoria de imprensa da pasta, o Instituto de Patrimônio Histórico Cultural (Iphan) estuda como recuperar a fachada pichada do prédio, depredada durante o último protesto na Capital na última quinta-feira.

A maniestação, organizado pelo Bloco de Luta pelo Transporte Público, acabou em vandalismo. Além da casa cultural, foram danificadas duas agências bancárias e a Catedral de Porto Alegre, onde os vidros seguem quebrados.

O Museu Júlio de castilhos esteve fechado por 16 anos para reforma. Ele foi criado em 1903 pelo presidente do Estado, Antônio Augusto Borges de Medeiros. Seu acervo, inicialmente, abrangia artefatos indígenas, peças históricas, obras de arte, coleções de zoologia, botânica e minerologia.

Hoje, são adotadas três vertentes para balizar a aquisição e doação de acervo: modo de vida, relações sociais de produção e história política do Rio Grande do Sul. Seu nome é uma homenagem ao ex-presidente do Estado, Júlio de Castilhos.

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