O chefe da equipe de alimentos, Paulo Casanova, explicou que o pão foi encaminhado para análise no Laboratório Central do Estado (Lacen). O laudo deve apontar se o tipo de larva é nocivo ou não, e se apareceu no momento de fabricação do produto ou já no estabelecimento. Só depois do resultado é que o órgão deve estabelecer as providências a serem tomadas.
Casanova ressaltou que foi protocolada uma reclamação, que deve resultar em uma vistoria no local, ainda sem data definida. Ele recomendou que a pessoa que passar por ocorrências do tipo procure também o Procon e a Delegacia de Proteção ao Consumidor para efetuar denúncia.
Diariamente, a Vigilância recebe de dez a 15 notificações de problemas envolvendo alimentos na Capital. Todas são registradas e, caso seja fornecida, a amostra vai para análise laboratorial. Entre as medidas a serem tomadas posteriormente, está desde a simples adequação até a interdição do estabelecimento.
Recentemente, o caso de bactérias encontradas em hambúrgueres e molhos do Pampa Burger da Venâncio Aires, na Cidade Baixa, teve repercussão nas redes sociais. A local ficou 12 dias interditado e reabriu na terça-feira, após a liberação da Vigilância Sanitária. O órgão recebeu 273 notificações de clientes que apresentaram sintomas de toxiinfecção alimentar.