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Vigilantes decretam greve por tempo indeterminado

Trabalhadores da segurança privada fazem paralisação desde a última quinta

Os vigilantes entram em greve por tempo indeterminado a partir desta terça-feira. A decisão foi tomada em assembleia da classe com a presença de aproximadamente mil profissionais, nesta segunda. Os trabalhadores da segurança privada estavam com as atividades paralisadas desde a última quinta. Eles reivindicam reposição salarial de 15%, mais aumento de 25% no adicional de risco de vida e R$ 15 de vale-alimentação. Com isso, o vencimento básico passaria dos atuais R$ 903 para R$ 1.038. As empresas do ramo não melhoraram a oferta anterior à mobilização, que é de 7,08% de correção nos salários e 10% no tíquete. 

A Associação dos Bancos no Estado do Rio Grande do Sul (Asbancos-RS) e o Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e região Metropolitana (Sindbancários) não divulgaram um levantamento oficial do número de agências fechadas, mas garantiram que o movimento havia perdido força nesta segunda-feira em relação à semana passada, com poucas agências fechadas na Capital e Região Metropolitana. O coordenador da comissão de segurança da Asbancos-RS, Jaci Meyer, criticou o movimento, já que os afetados são os bancos e os clientes.

O SindBancários obteve liminar que determina presença de contingente mínimo de vigilantes nos bancos Bradesco e Itaú para funcionamento. Diante da greve da categoria, a entidade ingressou na Justiça exigindo que as agências somente abram suas portas ao público com o mínimo de 30% dos funcionários atuando, conforme previsto na legislação.


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