O 12º dia de greve dos rodoviários na Capital iniciou com discussão entre trabalhadores. Os conflitos começaram na VAP, também do consórcio STS, por volta das 7h quando quatro ônibus saíram das garagens e os grevistas tentaram impedir as saídas de mais veículos. Esses quatro coletivos já retornaram para a empresa por questões de segurança.
O número de rodoviários querendo voltar ao trabalho começou a aumentar desde quarta-feira após a decisão dos empresários de descontar os dias paradas dos salários dos trabalhadores. “A gente está querendo cumprir o que foi decidido na assembleia. Não são dois ou três que vão decidir o que vamos fazer. Tem que marcar a assembleia e aí sim decidir. Enquanto isso temos que manter o que foi determinado, que é de 100% parado”, disse um dos grevistas em piquete em frente à garagem da VAP.
Motorista da VAP, Juliano é favorável ao retorno ao trabalho. Ele reclamou da falta de ajuda da Brigada Militar para os ônibus deixarem às garagens. “Isso é uma decisão dos funcionários. A gente que trabalhar e o pessoal da comissão e da CUT está trancando a frente da empresa. A gente pediu reforço da Brigada Militar, que nos disse que não pode intervir em nada”, declarou à Rádio Guaíba.
Com informações do repórter Dico Reis