A queda de braço entre a direção do Cpers e o Piratini começou às 17h. Mesmo sem ter agenda com Pestana, a direção do Cpers tentou reunião com ele para retirar o regime de urgência do projeto. Às 21h, o governo entregou um documento à direção do Cpers comprometendo-se a adiar a votação do projeto em uma semana. Além disso, marcou uma audiência pública com a categoria para o dia 16. Só assim o sindicalistas deixaram o Piratini.
Apesar do acordo temporário, o Cpers convocou o início da paralisação da categoria. Os professores devem paralisar as aulas da rede estadual até a sexta-feira. O sindicato pediu, ainda, que os professores compareçam em frente ao Piratini para vigília. Durante as mais de 4 horas na sala de espera da Casa Civil, a direção do Cpers foi recebida apenas pelo chefe de gabinete.
Nesta tarde, antes do confronto com o Cpers, o Piratini havia se manifestado confiante na aprovação do projeto e não cogitava a retirada da proposta do plenário da Assembleia. Entregou, inclusive, um comunicado aos representantes dos professores reforçando a posição do governo de não ter condições financeiras de arcar com a equiparação ao piso nacional.