na Cidade do Cabo, informou nesta quinta-feira um porta-voz do chefe espiritual tibetano, mas o ministério das Relações Exteriores sul-africano desmentiu estas informações.
O governo sul-africano "me informou por telefone que não poderá conceder este visto porque prejudicaria as relações entre China e África do Sul", declarou Nangsa Choedon. Mas o porta-voz do ministério das Relações Exteriores sul-africano, Clayson Monyela, negou no Twitter. "A embaixada na Índia recebeu um pedido de visto do dalai lama. O pedido está sendo tratado segundo o procedimento correspondente. Não foi rejeitado", tuitou.
O líder espiritual tibetano, prêmio Nobel da Paz 1989, é considerado um separatista perigoso por Pequim. A África do Sul forma parte junto com a China do grupo dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), integrado pelos países emergentes mais poderosos do planeta.