Sua mais recente condenação terminava neste sábado, menos de uma semana depois das primeiras eleições organizadas no país em duas décadas, e que foram consideradas uma farsa pelo Ocidente. A "Dama de Yangun", Prêmio Nobel da Paz, está presa desde 2003. Passou 15 dos últimos 21 anos detida em diferentes ocasiões.
Sua libertação estava prevista, inicialmente, para maio de 2009, mas um americano conseguiu chegar a nado até sua casa em Yangun, que fica à beira de um lago. Como resultado disso, a junta militar impôs à dissidente mais 18 meses de prisão domiciliar.