"Acabou o jogo para Kadhafi. Ele deve perceber que, mais cedo ou mais tarde, não há futuro para ele ou para seu regime", declarou o secretário-geral da Otan à CNN. "Detivemos Kadhafi. Seu tempo está acabando. Está cada vez mais isolado".
Dado "o vento de mudança" que atravessa o Norte da África e o Oriente Médio, a morte do líder da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, e a crescente pressão sobre os talibãs no Afeganistão, o ex-primeiro-ministro dinamarquês anunciou que está "muito otimista" de que Kadhafi será retirado do poder. Misrata, bastião insurgente do oeste da Líbia assediado pelas forças governamentai, voltava a ser neste domingo palco de intensos combates.
Em Benghazi, o vice-presidente do Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão político da rebelião, Abdel Hafiz Ghoga, afirmou no sábado à noite que a Itália entregará armas à rebelião. Em Roma, fontes do ministério das Relações Exteriores informaram que a Itália entregará "material de autodefesa" aos rebeldes.