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Acidente aéreo mata 22 militares na Amazônia equatoriana

De acordo com Exército, grupo realizava um curso de mestre de saltos

A queda de um avião matou 22 militares equatorianos nesta terça-feira na província amazônica de Pastaza, no Leste do Equador, informou o presidente Rafael Correa. "Não há sobreviventes. Se foram 22 soldados da Pátria. Nosso abraço solidário a suas famílias e à nossa FFAA. É uma tragédia", escreveu Correa no Twitter.

O avião, que transportava 19 paraquedistas, dois pilotos e um mecânico, caiu na zona de fronteira com o Peru. O ministro da Defesa, Ricardo Patiño, viajou à zona do acidente, próxima à unidade militar da vila de Shell, e informou no Twitter que o general Luis Castro dirige pessoalmente os trabalhos de resgate dos corpos. "Todos consternados pelos irmãos falecidos", escreveu Patiño.

O aparelho, um Aravá, caiu às 14h30min local (16h30min Brasília) desta terça-feira no setor de Fátima, em Pastaza, quando transportava pessoal militar que realizava um curso de mestre de saltos, informou o Exército. Dois helicópteros e patrulhas terrestres partiram de uma brigada de selva em Shell para realizar os trabalhos de busca e resgate.

O Exército por meio de nota, lamentou este trágico acidente, se solidariza com os familiares dos mortos e expressa suas condolência por este acontecimento. Ainda segundo o Exército, uma capela ardente será instalada nesta quarta-feira na Escola Superior Militar "Eloy Alfaro"", em Parcayacu, na região de Quito.

O chanceler Guillaume Long manifestou suas "mais sentidas condolências aos familiares das vítimas do acidente aéreo de Pastaza, uma tragédia que enluta a todos".