O ministro de Transportes, Rashad al-Metini, e o líder da autoridade ferroviária apresentaram sua renúncia após a tragédia. O ônibus, que transportava 60 crianças em uma excursão organizada pela creche que frequentavam, cruzava uma passagem ferroviária em Manfalut (356 quilômetros ao Sul do Cairo) quando foi atingido por um trem, explicou a polícia.
O repórter da televisão pública descreveu o cenário do acidente de "dantesco". O presidente Mohamed Mursi ordenou que o primeiro-ministro e os ministros de Defesa e Saúde, assim como o governador de Asiut, "ofereçam toda a assistência às famílias das vítimas", informou a agência Mena.
O estado das ferrovias egípcias deixa muito a desejar devido à falta de manutenção e a uma gestão ruim. A tragédia mais mortífera no país ocorreu em 2002, quando ao menos 360 passageiros perderam a vida no incêndio de um trem.