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Acordo sobre a Síria segue incerto por oposição de China e Rússia

Países descartam saída de Bashar al Assad do poder para transição

Um acordo sobre a transição na Síria continua sendo incerto em consequência da oposição de Rússia e China, afirmou o secretário britânico do Foreign Office, William Hague, antes da reunião em Genebra do Grupo de Ação sobre a Síria.

"Não conseguimos um acordo com Rússia e China. Continua sendo difícil e não sei se será possível", disse Hague. "Um futuro estável para a Síria implica que (o presidente Bashar al) Assad deixe o poder", completou.

Moscou e Pequim, no entanto, têm opinião diferente, em particular a Rússia, que descarta que a saída de Assad seja uma condição indispensável para uma transição na Síria.

A reunião terá a participação dos ministros das Relações Exteriores dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) - Estados Unidos, China, Rússia, França e Grã-Bretanha -, assim como do Iraque, Kuwait e Qatar, membros da Liga Árabe, e Turquia.

O encontro, que também contará com a chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, tentará estabelecer um acordo para um plano de transição democrática para a Síria.

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