"Não conseguimos um acordo com Rússia e China. Continua sendo difícil e não sei se será possível", disse Hague. "Um futuro estável para a Síria implica que (o presidente Bashar al) Assad deixe o poder", completou.
Moscou e Pequim, no entanto, têm opinião diferente, em particular a Rússia, que descarta que a saída de Assad seja uma condição indispensável para uma transição na Síria.
A reunião terá a participação dos ministros das Relações Exteriores dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) - Estados Unidos, China, Rússia, França e Grã-Bretanha -, assim como do Iraque, Kuwait e Qatar, membros da Liga Árabe, e Turquia.
O encontro, que também contará com a chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, tentará estabelecer um acordo para um plano de transição democrática para a Síria.