"Me explicaram que era porque eu poderia prejudicar os interesses nacionais", completou, antes de afirmar que pretendia viajar a Londres para assistir a uma conferência internacional de advogados. Mo Shaoping disse acreditar que as autoridades chinesas impediram sua saída com o temor de que ele viaje a Oslo, que ele não tinha planos de visitar.
Ativistas dos direitos humanos na China sofrem, de acordo com várias ONGs, uma repressão maior desde a atribuição do Nobel da Paz a Liu Xiaobo. O intelectual, detido em penitenciária do nordeste da China, se tornou em 8 de outubro o primeiro cidadão chinês a vencer o Nobel de la Paz, uma premiação que segundo o regime comunista equivale a "estimular o crime."