Wilkins dirigiu por três quilômetros pelo subúrbio de Los Angeles no dia 12 de novembro de 2012 com Moreno preso no para-brisa do veículo, antes de outro motorista pedir a ela para encostar o carro. Quando ela finalmente parou o carro, fumou um cigarro enquanto pessoas que estavam no local tentavam socorrer a vítima, que morreu no hospital.
Em seu julgamento, Wilkins insistiu que não estava bêbada no momento do acidente, embora tivesse consumido três doses de vodca com cerveja e suco de tomate. Ela disse que teve a impressão de que o homem "veio do céu", descrevendo-o como um borrão ou um flash. "Foi muito chocante e estranho", ela disse sobre o acidente, acrescentando: "Não sei o que aconteceu... Não me sinto como se eu tivesse atropelado ele com o meu carro."
O juiz da Suprema Corte de Los Angeles, Henry J. Hall, negou o pedido de seus advogados por um novo julgamento, afirmando que as evidências contra Wilkins foram suficientemente claras. O juiz disse que a acusada teve uma extraordinária insensibilidade ao tentar se livrar de Moreno, em vez de parar o carro para socorrê-lo.
A sobrinha da vítima, Alyssa Moreno, desabafou: "Phillip morreu sozinho... Aquela noite nunca sairá da minha cabeça."