Entre 2013 e o início de 2014, Elfgeeh estimulou e ajudou os "alistados" a preparar "viagens ao exterior para participar na jihad", afirma um comunicado do Departamento de Justiça.
Elfgeeh, residente em Rochester, no estado de Nova Iorque, também foi acusado de tentativa de assassinato por ter participado em uma conspiração que planejava matar militares americanos no retorno de suas missões no Iraque.
As autoridades também o acusam de enviar 600 dólares a uma pessoa no Iêmen para financiar sua viagem à Síria, onde pretendia unir-se aos combatentes do EI. Entre as sete acusações apresentadas contra Elfgeeh também está a de posse de armas de fogo não registradas.