O chanceler brasileiro destacou que sua opinião sobre as eleições de domingo é baseada nas avaliações da missão da ONU para a Reconstrução do Haiti (Minustah), liderada pelo Brasil, e na observação da Organização dos Estados Americanos (OEA). Minustah "disse que houve muito menos incidentes de violência do que em qualquer outra eleição no passado".
A OEA admitiu que houve incidentes, imperfeições e irregularidades, mas que isto, aparentemente, não afetará o resultado. A maioria dos 18 candidatos presidenciais pede a anulação da eleição no Haiti, alegando fraudes em benefício do candidato da situação, Jude Célestin. A votação foi marcada por incidentes que deixaram dois mortos e dez feridos em todo o país.