O atentado na Bulgária coincide com o 18º aniversário do ataque em 1994 contra a Associação Mutual Israelita argentina (Amia), em Buenos Aires, que deixou 85 mortos e 300 feridos. Na ocasião, Israel também culpou o Irã.
Primeiramente, o Ministério do Interior da Bulgária havia indicado a morte de três pessoas e mais de vinte feridos, mas o prefeito da cidade de Burgas, Dimitar Nikolov, corrigiu a informação. Ele esteve no local e acrescentou que entre as vítimas havia "duas mulheres grávidas, além do motorista do ônibus".
As vítimas, que chegaram a bordo de um avião fretado que havia aterrissado pouco antes das 14h GMT (11h horário de Brasília), estavam em um ônibus que os levaria para o aeroporto de Burgas, informou o Ministério do Interior. O número de passageiros a bordo do avião oscila, de acordo com a fonte, entre 51 e 150. O número de mortos pode ser ainda mais elevado.
Segundo informações da rádio pública BNR e da rede de televisão privada bTV, três ônibus foram atingidos. Um deles teria explodido e os outros dois, pegado fogo. O aeroporto de Burgas foi fechado para o tráfego aéreo. As operações foram transferidas para o aeroporto de Varna.