O ataque químico do dia 21 de agosto realizado pelo regime sírio deixou "ao menos 281" mortos, principalmente entre a população civil, segundo informações do serviço secreto francês, reveladas pelo governo nesta segunda-feira. Esta avaliação é muito inferior a informada pelos Estados Unidos, que estimaram em 1.429 o número de mortos no ataque, incluindo 426 crianças.
Governo britânico descarta nova votação sobre intervenção militar
Nesta segunda-feira, o governo britânico descartou uma nova reunião no Parlamento para votar sobre uma intervenção militar na Síria. O primeiro-ministro David Cameron perdeu na última quinta uma votação na Câmara dos Comuns, quando tentava autorizar um ataque contra o regime de Bashar al-Assad em resposta ao uso de armas químicas. A questão voltou a ser discutida depois de o presidente americano Barack Obama anunciar, no último sábado, que pedirá ao Congresso a autorização para uma operação militar.
"Acreditamos que o Parlamento se posicionou claramente sobre este assunto e é impossível abordá-lo novamente, exceto se as circunstâncias mudarem significativamente", indicou o secretário de Defesa britânica, Philip Hammond.
EUA envia Porta-aviões em direção à Síria
Cinco porta-aviões americanos estão agora posicionados em águas mediterrâneas a postos, caso o presidente norte-americano Barack Obama dê a ordem de iniciar o ataque contra a Síria. Em discurso no sábado, na Casa Branca, o democrata anunciou que "os Estados Unidos vão promover uma ação militar contra a Síria". Obama, no entanto, garantiu que irá pedir autorização ao Congresso americano para uma ação militar.
Ataque químico na Síria deixou "ao menos 281" mortos, segundo Paris
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