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Ataque químico na Síria matou mais de 1,4 mil, informa EUA

Secretário de Estado disse que governo de Bashar al-Assad usou gases neurotóxicos

Secretário de Estado disse que governo de Bashar al-Assad usou gases neurotóxicos
Secretário de Estado disse que governo de Bashar al-Assad usou gases neurotóxicos Foto : Mohammed Huwais / AFP / CP
O ataque químico na Síria, ocorrido no dia 21 de agosto próxima da periferia de Damasco, deixou 1.429 mortos, entre os quais 426 crianças, informou nesta sexta-feira o secretário de Estado americano, John Kerry. "É altamente improvável que rebeldes sejam os autores do ataque de 21 de agosto", disse Kerry, referindo-se a um relatório de inteligência americano sobre a ação na Síria.

O documento foi baseado em "várias" fontes, segundo Kerry, que afirma que o governo de Bashar al-Assad usou gases neurotóxicos no ataque. Ele declarou ainda que seu país realizaria uma ação "seletiva" sem tropas terrestres contra a Síria, acusada por Washington de utilizar armas químicas contra rebeldes e civis. Para esta possível intervenção militar, Kerry declarou que conta com seus aliados França, Liga Árabe e Austrália.

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