A polícia local chegou a informar a morte de uma segunda aluna, mas o hospital que operou a adolescente desmentiu a notícia. De acordo com fontes médicas, a jovem está em situação grave, mas estável. Outros três estudantes sofreram queimaduras em todo o corpo e um corre o risco de ter as pernas amputadas, segundo os médicos.
O ataque aconteceu às 7h45min (2h45min de Brasília) na entrada da escola Francesa Morvillo Falcone, nome da esposa do célebre juiz antimáfia Giovanni Falcone, no momento em que os alunos chegavam à escola, que funciona nas manhãs de sábados, como a maioria dos colégios na Itália. O artefato explosivo de fabricação caseira era formado por três botijões de gás conectados entre si, e foi colocado em um muro próximo à entrada da escola, segundo os primeiros elementos da investigação.
A escola profissional tem 600 alunos, a maioria meninas, e forma sobretudo jovens para o mundo da moda. O diretor Angelo Rampino afirmou que o atentado pretendia matar porque os estudantes entravam na escola no momento do ocorrido. "Se tivesse acontecido às 7h30min não teria provocado consequências", disse.