Pelo menos 13 policiais somalis morreram em um atentado suicida cometido na manhã desta quinta-feira em uma escola para policiais em Mogadíscio - anunciou um comandante local. Reivindicado pelos islamitas shebab afiliados à rede Al-Qaeda, o atentado "matou 13 policiais, e outros 15 ficaram feridos", declarou o comandante Ibrahim Mohamed à AFP.
Já o agente de Polícia Mohamed Abdulle disse à AFP que há "mais de dez mortos" e "quase 20 feridos".
Segundo testemunhas, um homem vestido de policial e com um cinturão de explosivos entrou no campo, quando os policiais estavam reunidos em um local aberto para o treino matinal. O agressor "poderia ter feito mais vítimas, se tivesse conseguido chegar ao meio, onde havia mais gente", acrescentou o comandante Ibrahim Mohamed.
Hussein Ali, que testemunhou o ataque, contou à AFP que "alguns dos policiais já estavam enfileirados, outros chegando, quando o homem disfarçado de policial entrou e se detonou". "As ambulâncias levaram mortos e feridos", completou.
Em um comunicado, os islamitas shebab assumiram a autoria do ataque, que teria deixado - segundo eles - 27 vítimas, incluindo "oficiais apóstatas graduados".
Atentado na Somália mata 13 policiais
Homem entrou fardado com cinturão de explosivos em academia de polícia