Cerca de sete soldados morreram nesta quinta-feira em dois atentados executados por homens-bomba contra militares que faziam fila para votar em dois bairros de Bagdá. O ataque aconteceu poucas horas depois de um outro atentado que matou cinco civis na capital, informou uma fonte do ministério do Interior. Três soldados morreram e 15 ficaram feridos no primeiro ataque suicida, executado contra uma escola que servia de seção eleitoral no bairro de Mansur, na zona oeste de Bagdá.
O segundo atentado, cometido 45 minutos depois também contra uma escola transformada em local de votação no bairro de Bab al-Muazam, centro de Bagdá, deixou quatro mortos e 10 feridos. Duas horas antes, cinco civis morreram e 10 ficaram feridos na explosão de uma bomba ou foguete em um edifício do norte de Bagdá, a 500 metros de um local de votação que será usado no domingo.
O comando militar da capital iraquiana informou que a explosão foi provocada pela queda de um foguete do tipo Katiusha em um edifício residencial. No domingo, quase 20 milhões de iraquianos devem votar nas eleições legislativas, mas a votação já começou para membros das forças de segurança e outras categorias de eleitores.
Como prevenção, o governo iraquiano adotou uma grande dispositivo de segurança para proteger as eleições legislativas. Como parte das medidas, militares, policiais, presos e pessoas hospitalizadas começaram a votar nesta quinta-feira.
Atentados contra locais de votação deixam 12 mortos no Iraque
Ataques em três bairros de Bagdá aconteceram nesta quinta-feira