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Segundo o juiz Kim Heger, Breivik poderia adulterar provas caso fosse solto. Durante a audiência, Breivik reconheceu os fatos, mas não se declarou culpado e explicou que queria defender o país e a Europa do islamismo e do marxismo, segundo declarou o juiz à imprensa, ao término da primeira audiência do caso. Segundo o acusado, o objetivo dos ataques não era deixar o máximo de vítimas.
De acordo com a NTB, o carro que levava o suspeito chegou ao tribunal por uma entrada situada atrás do tribunal. Algumas pessoas que se encontravam perto se aproximaram do carro aos gritos de "canalha" e "assassino".
O advogado do atirador, Geir Lippestad, entrou pela porta principal, abrindo passsagem com grande dificuldade entre os inúmeros jornalistas que se encontravam no lugar.
Polícia da Noruega reduz número de mortos em ataques
O balanço de mortos nos atentados na Noruega foi revisado pela polícia e divulgado nesta segunda-feira. O número total de vítimas fatais passou de 86 para 68 na ilha de Utoeya e de sete para oito, nas explosões em prédios de Oslo, totalizando 76.