A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, que está em Pequim para conversações estratégicas, disse que Chen saiu da embaixada "por vontade própria" e de acordo com "os valores americanos". Segundo ela, o governo chinês deu garantias de que permitirá que Chen "busque uma educação universitária em um ambiente seguro".
Chen, um advogado autodidata cegado na infância por uma doença, escapou na semana passada depois de ficar 20 meses sob prisão domiciliar. O ativista ganhou notoriedade mundial por expor esterilizações forçadas e abortos tardios sob a política do filho único da China e por usar seu conhecimento legal para ajudar pessoas a lutarem contra outras injustiças. As informações são da Associated Press.