Um ativista sul-coreano anunciou que enviou para a Coreia do Norte milhares de cópias, em balões, do filme "A Entrevista", uma comédia que narra um complô da CIA para assassinar o líder norte-coreano, depois que a polícia impediu uma tentativa anterior. O lançamento aconteceu durante a noite de quarta-feira em Gimpo, perto da margem ocidental da fronteira, que tem um grande sistema de segurança, com o vizinho do Norte, afirmou o desertor convertido em ativista Park Sang-Hak.
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Os balões continham centenas de milhares de panfletos contrários a Pyongyang, assim como 5 mil DVDs e 5 mil pen drives com cópias do filme, considerado pelo regime norte-coreano um "ato de terrorismo injustificável". "A partir de agora farei os envios de forma discreta", afirmou Parl, que foi impedido pela polícia de se aproximar da fronteira na semana passada.
Em outubro, os guardas de fronteira norte-coreanos tentaram derrubar os balões com propaganda contra Pyongyang e os disparos provocaram um breve tiroteio dos dois lados da fronteira. Ao mesmo tempo que, pede aos ativistas que não provoquem a Coreia do Norte, Seul insiste que as ações deste estão protegidas pela liberdade de expressão.
Ativista sul-coreano envia milhares de cópias de "A Entrevista" ao Norte
Governo pede para que desertor evite provocações, mas insiste que ações estão protegidas por lei