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Autoridades americanas deixaram enfermeira viajar com febre

Caso levou autoridades americanas a considerar a proibição de viagem para pessoas na mesma situação

As autoridades americanas permitiram que a enfermeira que esteve em contato com um paciente com ebola pegasse um avião, apesar de ela informar que estava com febre, e agora estão considerando proibir viagens nestes casos, informou o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

O CDC conversou por telefone com a enfermeira no último dia 13, quando ela se encontrava no aeroporto de Cleveland e havia dito estar com 37,5ºC de febre (o alerta de contágio é a partir de 38 graus). "A decisão de deixá-la viajar foi tomada, neste caso, depois que a enfermeira comunicou que estava bem", explicou a porta-voz do CDC, Barbara Reynolds.

Quando embarcou, a jovem Amber Vinson, havia sido incluída no grupo de pessoas que precisavam de vigilância reforçada. Como no primeiro caso de contágio revelado no domingo, esta enfermeira atendeu o paciente liberiano que morreu de ebola em um hospital de Dallas (Texas) em 8 de outubro.

Outra enfermeira do Hospital Presbyterian de Dallas, Nina Pham, foi diagnosticada com ebola em 12 de outubro. O CDC contactou por precaução as 132 pessoas que viajaram com Vinson. Os dirigentes sanitários afirmaram que há um risco muito baixo de contágio.