Em declarações à rede de televisão CNN, Kirby disse que a última onda de ataques se concentrou em 12 objetivos no leste da Síria, onde os jihadistas controlam pequenas refinarias. As instalações foram "atingidas por mísseis disparados por aviões da coalizão em uma missão que contou com mais aparelhos aliados do que americanos", salientou o porta-voz da Casa Branca.
"Estas refinarias de pequeno porte produzem combustível para as operações do ISIS e renda para financiar os ataques do grupo na Síria e no Iraque, incluindo suas operações futuras", destacou o Comando Central da operação. Estas instalações produziam entre 300 e 500 barris de "petróleo refinado por dia" e sua destruição limitará a capacidade dos jihadistas.
O ISIS, que controla vários poços de petróleo no Iraque e na Síria, se financiam vendendo o produto - via intermediários - para Turquia, Iraque e Jordânia. Os Estados Unidos lançaram no mês passado a campanha aérea contra o grupo no Iraque. Na madrugada de terça-feira, Washington ampliou a ofensiva na Síria, com cinco países árabes se juntando à coalizão. O governo americano não especificou as contribuições de Jordânia, Catar e Bahrein nos últimos ataques.