A Bélgica decidiu ampliar à Síria os bombardeios contra o grupo Estado Islâmico (EI) com o objetivo de "destruir os refúgios
da organização", afirmou o porta-voz do primeiro-ministro belga Charles Michel. A Força Aérea belga mantém estacionados na Jordânia seis aviões F-16 que, desde o fim de 2014, bombardeiam áreas do EI no Iraque.
O grupo extremista reivindicou os atentados de 22 de março em Bruxelas. A decisão foi aprovada no Conselho de Ministros e deve ser ratificada pelo Parlamento. "São operações limitadas às partes da Síria sob controle do EI e outros grupos terroristas e que não são controladas pelo governo sírio", afirmou Frederic Cauderlier, porta-voz de Michel.
"O objetivo é destruir os refúgios dos grupos", completou. A Bélgica se une assim aos esforços da coalizão liderada pelos Estados Unidos contra o EI na Síria. Paralelamente, a Rússia apoia militarmente o regime de de Bashar al-Assad, sem participar da coalizão.
As operações dos aviões belgas na Síria começarão em 1 de julho, segundo o porta-voz. O país vai prosseguir com os ataques no Iraque.
Bélgica amplia à Síria bombardeios contra Estado Islâmico
Operações de aviões belgas começarão em 1º de julho